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14/07/2026 às 09h58
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14/07/2026 às 11h54O acordo de livre comércio entre o Reino Unido e a Índia, que entrou em vigor em 14 de julho de 2026, pode representar um ponto de virada significativo para as empresas britânicas: segundo o especialista em transporte aéreo e marítimo Europa Air & Sea, o acordo abre novas oportunidades para a construção de cadeias de suprimento mais robustas entre os dois mercados.
Impactos econômicos do acordo
O acordo comercial é considerado, segundo a Europa Air & Sea, o mais abrangente de seu tipo para a Índia e pode aumentar o produto interno bruto (PIB) britânico em 4,8 bilhões de libras a longo prazo. Além disso, prevê-se um aumento nos salários reais de 2,2 bilhões de libras. Diversas indústrias no Reino Unido, incluindo o setor automotivo e de cosméticos, devem se beneficiar da redução das tarifas. Por exemplo, a tarifa para a indústria automotiva será reduzida de 100% para 10%, enquanto as tarifas para produtos cosméticos serão eliminadas imediatamente ou dentro de dez anos.
O acordo visa posicionar a Índia como um mercado de suprimentos mais competitivo e um destino de exportação atraente. Para as empresas britânicas que desejam diversificar suas cadeias de suprimento, a Índia oferece, segundo informações da empresa, uma opção para reduzir a dependência de regiões de produção específicas.
Desafios e oportunidades para empresas britânicas
Apesar das vantagens evidentes no país, muitas empresas britânicas reagiram com hesitação, segundo a Europa Air & Sea, ao considerar a entrada no mercado indiano. Preocupações sobre a comunicação com fornecedores, a visibilidade das remessas, bem como o conhecimento do mercado local e a gestão de frete internacional podem dificultar o acesso ao mercado indiano.
A Europa Air & Sea enfatiza que o novo acordo comercial altera o quadro econômico para o comércio com a Índia. No entanto, é crucial para as empresas obter o suporte necessário para transformar as economias tarifárias em uma cadeia de suprimento confiável.







