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15/07/2026 às 07h57A operação aérea para a repatriação de 121 cavalos mongóis de Hanói para Ulaanbaatar é um exemplo notável de coordenação e planejamento precisos na área de transporte de animais. Em julho de 2026, os animais foram transportados em três voos charter consecutivos com um Boeing 757F em um período de 38 horas. Esta iniciativa incluiu o transporte de 51 cavalos para o Vietnã, bem como a repatriação de 20 cavalos que haviam servido na polícia montada vietnamita para a Mongólia, além da transferência de 50 outros cavalos para o Vietnã.
Coordenação e logística em foco
Toda a operação exigiu uma estreita colaboração entre as equipes da Chapman Freeborn e da Intradco Global, duas empresas do Avia Solutions Group especializadas no transporte de animais vivos. Os voos foram planejados para se encaixarem perfeitamente, levando em consideração todas as permissões necessárias e o atendimento veterinário. Os cavalos foram transportados em estábulos abertos para atender às suas necessidades, o que exigiu suporte adicional em solo. Os tratadores Zac e Charlie Baker acompanharam os cavalos em todos os três voos, enquanto outros membros da equipe apoiaram os procedimentos em Ulaanbaatar e Hanói.
A repatriação dos 20 cavalos foi especialmente simbólica, pois eram os mesmos animais que haviam sido enviados ao Vietnã em janeiro de 2020 para apoiar a polícia montada local. Este retorno foi iniciado por um decreto presidencial na Mongólia, que anunciou a celebração oficial do primeiro Dia Mundial do Cavalo no país e solicitou a devolução dos cavalos.
Um momento histórico para a Mongólia
A chegada dos cavalos em Ulaanbaatar foi celebrada com uma cerimônia que contou com a presença de representantes de alto nível de ambos os países. Esta foi a primeira vez que a Mongólia recebeu cavalos do exterior, o que sublinha a importância desta iniciativa. A estreita colaboração entre as autoridades mongóis e vietnamitas foi crucial para o sucesso da operação, que não apenas enfrentou desafios logísticos, mas também considerou dimensões culturais e históricas.
Latha Narayan, presidente da Chapman Freeborn para a região da Ásia-Pacífico, enfatizou a importância da colaboração e do conhecimento especializado necessários para tais transportes sensíveis. “Projetos desse tipo exigem mais do que apenas a capacidade de um avião. Eles se baseiam na confiança, no planejamento detalhado e na coordenação contínua”, explicou.
Charlie McMullen, CEO da Intradco Global, destacou que o foco deve sempre estar no bem-estar dos animais e que cada etapa do transporte deve ser cuidadosamente planejada. A execução bem-sucedida deste movimento complexo demonstra a capacidade da Chapman Freeborn de combinar capacidades globais de carga aérea com a expertise no transporte de animais vivos.







